Capivari também segue vacinando a população contra febre amarela

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Algumas regiões do País vivem surto de Febre Amarela.

Entretanto, Capivari não registrou casos da doença em 2017 e o número continua zerado neste ano.

Desta forma, o município disponibiliza a vacina apenas para um grupo específico, já que não se trata de uma área endêmica.








As doses podem ser aplicadas em pessoas que viajem para áreas em que foram registradas o surto da doença, moradores de área rural, bem como em crianças entre os 9 meses e os 4 anos de idade, de acordo com o Calendário de Vacinação.

Pessoas com mais de 60 anos é necessário laudo médico.

Os que se enquadram nesses quesitos podem procurar as unidades de saúde, das 8h às 12h, nos seguintes dias:

  • Ceamc (Centro de Atendimento à Mulher e à Criança): quarta, quinta e sexta-feira;
  • Posto de Saúde do Castelani: todas as terças-feiras;
  • Posto de Saúde do Engenho Velho: todas as segundas-feiras;
  • Posto de Saúde do Padovani: todas as sextas-feiras;
  • Posto de Saúde do Porto Alegre: todas a quintas-feiras;
  • Posto de Saúde do São João: todas as sextas-feiras;
  • Posto de Saúde do Santa Rita: todas as quartas-feiras.

Contraindicações

As unidades de saúde do município estão tendo muita procura.

Entretanto, é importante frisar que a vacina contra a Febre Amarela apresenta contraindicações e não podem ser aplicadas em:

  • Crianças menores de 6 meses de idade;
  • Pessoas com história de eventos adversos graves em doses posteriores;
  • Pessoas com história de anafilaxia comprovada em doses anteriores ou relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou a outras);
  • Pacientes com imunossupressão grave de qualquer natureza: imunodeficiência devido a câncer ou imunodepressão terapêutica, pacientes infectados pelo HIV com imunossupressão grave, com a contagem de células CD4 < 200 células/mm3 ou menor de 15% do total de linfócitos para crianças menores de 13 anos;
  • Pacientes em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores);
  • Pacientes submetidos a transplante de órgãos;
  • Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica);
  • Pacientes portadores de lúpus eritematoso sistêmico tendo em vista a possibilidade de imunossupressão;
  • Gestantes;
  • Idosos apenas com encaminhamento médico.