Esfoliação do couro cabeludo elimina acúmulo de resíduos de produtos, poluição e células mortas

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Quando você pensa sobre sua hierarquia pessoal de necessidades de beleza, o que vem primeiro? Cuidar da sua pele facial, com certeza.

Para a maioria das pessoas, o couro cabeludo não figura na lista de principais cuidados, mas isso precisa mudar, conforme afirma o dermatologista Dr. Jardis Volpe, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

“A pele não acaba na testa, mas as pessoas parecem não perceber que o couro cabeludo também precisa de atenção”, alerta. “A principal preocupação com o couro cabeludo é o acúmulo de resíduos, em uma combinação de restos de produtos, poluição e também da própria pele morta. Isso dá uma sensação de cabelo sujo, independentemente do quanto está sendo lavado”, afirma.

Uma das principais indicações e novidades para isso é a esfoliação do couro cabeludo.

Indicado para cabelos oleosos, com queda ou fios crespos, o procedimento pode ser feito uma vez por semana com o objetivo de retirar células mortas e resíduos.

Em cabelos secos, o médico explica que os grãos podem causar irritação e até descamação.

“A esfoliação também ajuda a retirar gel, pomada e mousses que ficam aderidos no couro”, explica.

Ao promover uma “faxina” no couro cabeludo, a esfoliação também estimula a circulação e desobstrui os poros. “Isso facilita o aporte de nutrientes no folículo piloso e deixa o cabelo mais saudável e fortalecido”, explica.

De acordo com o dermatologista, duas substâncias muito utilizadas são a semente de apricot e o ácido salicílico.

A aplicação deve ser feita antes do xampu, em movimentos circulares com as pontas dos dedos, sem deixar que chegue ao longo dos fios.

O ideal é investir em produtos específicos, mas esfoliantes faciais podem ser usados em cabelos mais curtos – uma vez que em madeixas mais longas será mais difícil retirar as partículas esfoliantes do cabelo.

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