Jovem morta em Mongaguá estava grávida; assassino era o pai

0
145

Com informações do G1 Santos
A jovem encontrada morta em uma praia em Mongaguá, no litoral de São Paulo, estava grávida, segundo laudo do Instituto Médico Legal.

Os patrões da garota, um homem de 47 anos e uma mulher de 41, estão presos, suspeitos de terem matado a jovem para receber R$ 260 mil de seguro de vida.

O autor do crime afirma ser o pai do bebê.

A jovem foi achada morta, com sinais de afogamento, em uma praia da cidade.

Na última sexta-feira (17), a polícia cumpriu o mandado de prisão preventiva dos suspeitos, que não tiveram os nomes divulgados.

Eles descobriram que os suspeitos, que se identificavam como padrinhos da vítima, eram patrões de Atyla, sendo a mulher a única beneficiária do seguro de vida da jovem.

Segundo laudo emitido pelo Instituto Médico Legal, Atyla estava grávida de, aproximadamente, três meses quando foi assassinada.

Durante depoimento, o homem preso afirmou que teve várias relações sexuais com a garota e admitiu ser o pai do bebê que estava sendo gestado pela jovem no momento do crime.

De acordo com a polícia, como argumento para ter mantido relações sexuais com a vítima, o homem alegou que a esposa não poderia ter filhos, e que Atyla, que morava fora do Estado, foi convidada para trabalhar com os suspeitos e aceitou engravidar para dar a criança ao casal como uma forma de agradecimento pela oportunidade.

Segundo a polícia, Atyla foi morta afogada pelo próprio patrão, em meio a um denso nevoeiro.

DEIXE UMA RESPOSTA

Digite seu comentário
Por favor, digite seu nome