Operação do Ministério Público mira policiais envolvidos em esquemas criminosos

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Foto: Maurício Morais / VTV/SBT

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado e a Corregedoria da Polícia Militar, com o apoio do 2º Batalhão de Polícia de Choque e do 3º Batalhão de Polícia de Choque (Canil), deflagraram a Operação Tio Genésio na região de Campinas.

O objetivo da ação era dar cumprimento a mandados de busca e apreensão e de prisão expedidos tanto pela Justiça Militar quanto pelo juiz Nelson Augusto Bernardes de Souza, da 3ª Vara Criminal da Comarca de Campinas, a fim de obter mais elementos acerca de organização criminosa, responsável por movimentar, mensalmente, quantia próxima de R$ 150 mil.

Ao grupo, dentre outros crimes, é atribuída a prática de tráfico de drogas, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, especialmente nas proximidades de local denominado “Toca da Raposa”, situado na Vila Boa Vista, em Campinas.

No total, são objeto de cumprimento 51 mandados de busca e apreensão nas cidades de Campinas, Sumaré, Mogi Mirim, Hortolândia, Sorocaba, Bauru e São Carlos, além de 40 mandados de prisão, dos quais oito referentes a alvos não militares.

Em linhas gerais, de acordo com o que foi apurado, o grupo criminoso, para o desenvolvimento do tráfico, contava com a participação dos agentes públicos, que em troca de vantagens indevidas omitiam-se no cumprimento de suas funções no combate ao tráfico e ainda forneciam informações a respeito de operações policiais desenvolvidas por Batalhões Regionais, pesquisas pessoais e veiculares. As investigações e os procedimentos correlatos tramitam em sigilo.

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