Secretaria de Saúde investiga possível morte por febre maculosa

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Com informações de ACidade ON Campinas
O Departamento de Vigilância em Saúde de Campinas vai investigar a morte de um menino de sete anos por febre maculosa.

Luis Gustavo dos Santos Rodrigues morreu no sábado, e por enquanto, a causa declarada no atestado de óbito foi meningite.

De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura de Campinas, a família informou que o garoto teve contato com o carrapato-estrela, um dos hospedeiros da bactéria da febre maculosa, e por isso, a investigação se faz necessária.

Luis Gustavo, que é morador do Jardim Florence, estava internado e morreu no Complexo Hospitalar Ouro Verde. O enterro ocorreu neste domingo, no Cemitério dos Amarais.



Para haver a transmissão da doença, o carrapato-estrela, um dos hospedeiros da bactéria da febre maculosa, precisa ficar pelo menos quatro horas fixo na pela da pessoa.

Os insetos de menor tamanho são os mais perigosos porque são mais difíceis de serem vistos.

Os primeiros sintomas aparecem de dois a 14 dias depois da picada.

Na maioria dos casos, sete dias após a pessoa ser infectada.

A doença começa de repente com um conjunto de sintomas parecidos com o de outras infecções, como febre alta, dor no corpo, dor de cabeça, desânimo e manchas vermelhas na pele.

O tratamento é feito com antibióticos e tem chances de cura.

O atraso no diagnóstico pode provocar complicações graves que podem levar à morte, como o comprometimento do sistema nervoso central, dos rins e pulmões, lesões vasculares.